Campanha de Natal

 

Pelo Natal a Santa Casa em parceria com várias associações e congregações religiosas realiza uma grande campanha de recolha de produtos alimentares que depois distribui ao longo do ano pelas famílias em dificuldade. O movimento de solidariedade que se tem manifestado em relação à Santa Casa é encorajador e tem contado com o aumento progressivo da participação de um maior número de associações portuguesas e comunidades católicas. Assim, participaram nesta recolha em 2017, com os dirigentes e outros irmãos da Santa Casa, 22 associações e comunidades religiosas. Alguns dos produtos são centralizados e depois armazenados num espaço emprestado pela Associação Portuguesa de Puteaux. É, neste local, que são preparados os cabazes para serem oferecidos às famílias que solicitam ajuda alimentar na permanência social ou por telefone.

Durante o ano de 2017 foram contempladas cerca de 170 famílias (pessoas isoladas e famílias com filhos), algumas das quais mais de uma vez no mesmo período das festas de fim de ano. Depois, nos meses que se seguem, já fora do período da campanha, a Santa Casa continua a ajudar comprando géneros alimentares para socorrer as famílias em maior necessidade.

 

Em caso de necessidade de ajuda alimentar ou outra questão relativa à Campanha de Natal: 01 79 35 11 03.

 

Anos anteriores:

  

 

 

A Santa Casa da Misericórdia de Paris também ajuda os detidos Portugueses e de expressão lusófona através da oferta de um Cabaz de Natal (ajuda financeira a cerca de 270 detidos portugueses com a colaboração logística dos Consulados das respetivas áreas consulares para os contactos com os detidos), através de visitas e ainda a de ajuda personalizada aos detidos que nos solicitam pelos mais variados motivos como roupas, ajudas administrativas, selos, etc.

A ajuda aos detidos é a primeira das obras corporais da Misericórdia:

Remir cativos e presos

Desde a sua fundação, as Misericórdias tiveram como uma das obrigações mais caras visitar os presos e provê-los do necessário, bem como procurar os seus livramentos. Havia mesmo um mordomo dos presos que tratava com as autoridades a esse respeito e tinha privilégio de obter os julgamentos na prisão, para tratar da sua libertação. O mesmo se passava em relação ao cuidado da remissão dos cativos e dos condenados às galés.