Permanências

 

As permanências sociais são asseguradas diariamente por telefone (01 79 35 11 03), e às quintas-feiras, das 15h00 às 18h00, de forma presencial, segundo as entrevistas solicitadas. O número de telefone da SCMP está ligado 24/24 horas e as chamadas são encaminhadas para o voluntário que assegura a permanência social, com o seu telefone privado. Estas permanências são asseguradas todos os dias da semana, incluindo sábados e domingos, durante um espaço horário muito alargado.

Sempre que necessário, os voluntários reúnem-se para encontrarem respostas às situações mais difíceis que enfrentam na permanência e também para uma troca de informações e formação.

Se as chamadas recebidas não podem ser rigorosamente todas contabilizadas, o seu número ultrapassa as duas centenas por ano.

Muitas chamadas recebidas podem encontrar resposta numa simples informação. Outras, são pedidos de ajuda que podem ser orientados para serviços sociais franceses que possam satisfazer o pedido. Para as pessoas cujo pedido de ajuda não pode encontrar uma resposta direta por telefone, é-lhes proposto uma entrevista na permanência social da mais próxima quinta-feira e serão recebidas na sede administrativa da SCMP por dois voluntários que asseguram as permanências sociais por turnos.

Os pedidos de ajuda são muito diversos: ajuda na procura de emprego, na procura de casa, ajuda alimentar, apoio financeiro para material escolar, formação linguística, renda de casa, transportes, elaboração de CV, preenchimento de documentos administrativos, tradução, visitas domiciliárias, entre outros.

São também recebidos pedidos de ajuda jurídica para resolver situações de ameaça de expulsão do alojamento, de constituição de pedido de reforma, etc. e ainda pedidos de acompanhamento psicológico que serão seguidos pelos psicólogos voluntários das nossas permanências, ou encaminhados para serviços da especialidade.

As idades das pessoas que se dirigem às permanências sociais são muito heterogéneas; encontram-se nestas dificuldades casais ou mães isoladas com crianças menores, alguns na rua sem qualquer meio de subsistência, a quem a Santa Casa já se viu obrigada a prestar socorro pagando noites de hotel numa primeira urgência.

De entre os pedidos de ajuda, contam-se também os novos emigrantes que chegam a Paris e que, muitas vezes, não têm uma rede de apoio familiar ou de amigos.

As pessoas dirigem-se à permanência social da Santa Casa através de conhecimentos pessoais, através de serviços sociais oficiais, através do Consulado, através de notícias nos jornais, de publicitação na rádio, etc.

 

Para marcar um encontro ou toda outra questão relativa ao apoio social: 01 79 35 11 03.

 

 

PERMANENCES

Les permanences sociales sont assurées tous les jours par téléphone (01 79 35 11 03) et les jeudis, de 15h00 à 18h00, de façon présentielle, selon les entretiens sollicités. Le numéro de téléphone de la SCMP est disponible 24/24 heures et les appels sont réacheminées au bénévole qui s’occupe de la permanence sociale, à travers son téléphone privé. Ces permanences sont tenues tous les jours de la semaine, dont samedis et dimanches, pendant une tranche horaire très élargie.

Si nécessaire, les bénévoles se réunissent pour trouver des réponses aux situations les plus difficiles auxquelles ils font face pendant la permanence et aussi pour un échange d’informations et de formation.

Si les appels reçus ne peuvent pas être comptabilisés avec rigueur, son nombre dépasse les deux centaines par an.

Beaucoup d’appels reçus peuvent trouver une réponse dans une simple information. D’autres s’agissent de demandes d’aide qui peuvent être orientées vers des services sociaux français qui puissent satisfaire la demande. Pour les personnes dont la demande d’aide ne rencontre pas une réponse directe par téléphone, on leur propose un entretien à la permanence sociale du jeudi suivant et elles seront reçues au siège administratif de la SCMP par deux bénévoles qui assurent les permanences sociales.

Les demandes d’aide sont très diversifiées: de l’aide à la recherche d’emploi, à la recherche de logement, de l’aide alimentaire, du soutien financier pour fournitures scolaires, de la formation linguistique, du paiement de loyer, de l’aide pour les titres de transports, de l’aide pour l’élaboration du CV, de l’aide pour traiter des documents administratifs, de la traduction, des visites au domicile, entre autres.

On reçoit aussi des demandes d’aide juridique pour résoudre des situations de menace d’expulsion de logement, de constitution de demande de retraite, etc., aussi bien que des demandes d’accompagnement psychologique, qui seront suivies par les psychologues bénévoles de nos permanences, ou réacheminés vers les services spécialisés.

Les âges des personnes concernées sont très hétérogènes ; des couples ou des mères isolées avec des enfants mineurs se retrouvent dans ces difficultés, quelques-uns dans la rue sans aucun moyen de subsistance, à qui la Santa Casa a déjà dû secourir en payant des nuits d’hôtel suite à une urgence.

Parmi les demandes d’aide, il y a aussi les nouveaux émigrés qui arrivent à Paris et qui, souvent, n’ont pas un réseau de soutien familial ou d’amis.

Les personnes se dirigent à la permanence sociale de la Santa Casa via des connaissances personnelles, par l'entremise de services sociaux officiels, du Consulat, d’informations dans les journaux, à la radio, etc.

 

Pour convenir d’un rendez-vous ou pour toute autre question relative au soutien social : 01 79 35 11 03.