Corrida

O projeto “Correr para a Misericórdia de Paris” foi proposto pelo benemérito Sr. Patrick da Eira, empresário português na região parisiense. Foi recebido com entusiasmo pelo Conselho de Administração da SCMP, que consagrou o tempo de reflexão necessário e designou uma comissão para avaliar a dimensão das tarefas e as responsabilidades de um tal empreendimento: 1) Avaliar os meios humanos de que a SCMP dispõe; 2) Avaliar as forças que eventualmente se possam mobilizar no seio da Santa Casa e pessoas próximas para esta realização; 3) Pensar num método que permita um funcionamento eficaz com pessoas que não estão habituados a trabalharem juntas; 4) Elaborar a documentação de informação e publicidade, contatar os apoios pressentidos - empresas e associações.

Determinou-se a data: primeiro domingo do mês de outubro, também de acordo com a disponibilidade do espaço que poderia receber este evento.

Para a organização da corrida, recorremos a um organismo profissional especializado na organização de eventos desportivos, Oxibol, dirigido por Christophe Martin.

O objetivo da corrida não é o de procurar “performances”, podendo cada participante correr ao seu ritmo. Previu-se, no entanto, segundo as normas da modalidade, oferecer uma taça aos corredores que chegaram em primeiro, segundo e terceiro lugar de forma distinta para homens e mulheres e uma medalha original concebida para o evento foi oferecida a cada participante.

O objetivo desta corrida, que tem continuidade, é o de promover a SCMP e chamar à solidariedade para com este organismo e ainda, se possível, angariar fundos que ajudem a Santa Casa a assegurar a sua missão de apoio às famílias carenciadas.

Foi um primeiro evento para o qual não há muita prática no movimento associativo da emigração e ficamos aquém do limite máximo dos 500 participantes que fixamos para garantir uma boa organização. O segundo evento contou com participação semelhante. O local escolhido da corrida foi o "Domaine de La Cour Roland”, em Jouy-en-Josas, Yvelines – 78.

Foram propostos dois percursos para correr: 4 ou 8 quilómetros; e um percurso para marcha: 4 quilómetros. O preço de inscrição foi de 20 Euros, idêntico para qualquer um dos percursos.

O programa foi pensado de forma a harmonizar uma parte desportiva, uma parte cultural e a outra de lazer. A parte da restauração (comida e bebidas) ficou a cargo de duas associações locais, que, generosamente, se associaram a esta iniciativa.

A III corrida foi apadrinhada pelo futebolista Pedro Pauleta, e contámos ainda com a presença de Rui Barros que não pode estar presente na I corrida e que nos veio dar o seu apoio.  

 

Em 2017, pela quarta vez, a SCMP organizou a sua corrida solidária, em Jouy-en-Josas, com dois percursos: um de 4 quilómetros e outro de 8 quilómetros. O objetivo da corrida não era o de procurar “performances”, podendo cada participante correr ao seu ritmo, mas sim o de promover a SCMP e apelar à solidariedade para com esta associação e ainda, se possível, angariar fundos que possam ajudar a Santa Casa na sua missão de apoio aos portugueses mais necessitados. O preço da inscrição foi de 20€ e o programa foi pensado de forma a harmonizar uma parte desportiva e outra cultural e de lazer, com a participação de ranchos folclóricos e outros conjuntos musicais durante a tarde. Os padrinhos do evento foram a atleta Fernanda Ribeiro e o ex-futebolista e treinador Rui Barros.

As quatro primeiras edições da corrida foram um sucesso, o que nos encoraja a continuar em 2018. Assim, em 2018, será organizada, sob a mesma forma, a quinta corrida, que terá lugar no primeiro domingo de outubro, dia 7, no mesmo espaço do “Domaine de la Cour Roland”, em Jouy-en-Josas.

A coordenação deste evento gostaria de ver uma maior participação da comunidade portuguesa inscrita. Para isso, estão a ser mobilizados todos os meios possíveis para o efeito, mobilizando mais associações na organização do evento, os jovens da comunidade católica, publicitar o evento nas grandes calendarizações de corridas existentes em França, e junto das federações desportivas.